O aterramento é uma prática antiga utilizada entre juremeiros e umbandistas para fortalecer o anjo guardião, permitindo que seu elo espiritual aumente.
Quando alguém necessita de proteção ou se encontra enfermo, esse tipo de prática é muito benéfica, principalmente devido à sua simplicidade e rapidez.
Para aqueles que praticam a caridade, também é uma forma de ajudar o próximo sem precisar envolver altos gastos com materiais ritualísticos. Esse tipo de ato torna-se bastante oportuno em momentos em que precisamos buscar vigilância espiritual e fortalecimento de nossos guias astrais.
Dentro da prática popular nordestina, o aterramento também é utilizado em períodos como a Páscoa, o Dia de Finados e o Carnaval.
Para praticar, é bastante simples!
Você precisará de um alguidar, podendo ser grande ou pequeno. Deverá colocar uma vela branca acesa no centro do alguidar, podendo ser uma vela de sete horas ou de sete dias, conforme preferir.
Após acender a vela e mantê-la firmada, coloque ao redor dela a farinha de mandioca branca em formato circular e, em seguida, regue com bastante mel-de-abelhas por cima.
É comum, na tradição, recitar entre três ou sete vezes cada uma das seguintes rezas: Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai, oferecendo-as em homenagem ao seu anjo guardião.
Alguns, como o Mestre Eduardo, costumam acrescentar preces dirigidas a determinados Arcanjos, como por exemplo:
Arcanjo São Rafael – Para casos que envolvam saúde.
Arcanjo São Miguel – Para casos que envolvam defesa espiritual e proteção.
No universo e na cultura há diversas preces e rezas que podem ser acrescentadas e recitadas durante a ritualística. Caso queira, algumas sugestões estão abaixo.




